Por que alguns medicamentos precisam de receita médica e outros não?
Tarjas nas embalagens de remédios indicam seu grau de periculoasidade e determinam a aporesentação ou não de prescrições médicas.
Os medicamentos são substâncias terapêuticas desenvolvidas para controlar e tratar doenças. Mas, ao contrário do que muita gente pensa, eles não são inofensivos ao organismo. “Se mal utilizados, podem provocar problemas de saúde e até levar à morte”.As pessoas acreditam erroneamente que os remédios, mesmo que não provoquem o efeito de cura desejado, não fazem mal ao organismo. Isso é um engano. O produto farmacêutico é uma ferramenta poderosíssima de tratamento, mas que tem de ser utilizada adequadamente. Caso contrário, pode produzir uma doença.
Devido aos riscos que apresentam à saúde e à vida das pessoas, os medicamentos não são produtos de consumo comuns. Eles são tratados como produtos especiais e controlados por um órgão governamental. No Brasil, a Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde é a responsável pela sua certificação, distribuição e comercialização. É ela que regulamenta a necessidade de prescrição para cada um deles. Essa classificação é baseada nos graus de toxicidade e de risco ao usuário, e indicada por tarjas de diferentes cores na embalagem de cada medicamento. São três tipos:
Tarja Preta
São os que apresentam alto risco à saúde e que, portanto, devem ser comercializados de maneira controlada. É o caso dos psicotrópicos, utilizados no tratamento de distúrbios do sistema nervoso central, como os antidepressivos, os antiepilépticos e os antipsicóticos, entre outros. Essas medicações só podem ser vendidas mediante apresentação de receituário, além de uma guia preenchida pelo médico onde ele fornece seus dados e solicita uma autorização ao farmacêutico responsável pelo estabelecimento.
Tarja Vermelha
Os medicamentos de tarja vermelha, por sua vez, são aqueles que apresentam menor periculosidade em relação aos de tarja preta, mas que também necessitam de prescrição médica para justificar seu uso. A diferença é que, nesse caso, a receita não fica retida na farmácia. Ela é devolvida ao paciente. Em geral, esses remédios têm contra-indicações e podem provocar efeitos colaterais graves.
Não Tarjados
São aqueles que podem ser comercializados livremente. São medicamentos de risco bem menor, que apresentam baixos níveis de toxicidade. Para chegar a comprometer a saúde ou a vida do indivíduo, precisariam ser consumidos em quantidades muito grandes.
Fonte: Revista Escola Abril
Tarjas nas embalagens de remédios indicam seu grau de periculoasidade e determinam a aporesentação ou não de prescrições médicas.
Devido aos riscos que apresentam à saúde e à vida das pessoas, os medicamentos não são produtos de consumo comuns. Eles são tratados como produtos especiais e controlados por um órgão governamental. No Brasil, a Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde é a responsável pela sua certificação, distribuição e comercialização. É ela que regulamenta a necessidade de prescrição para cada um deles. Essa classificação é baseada nos graus de toxicidade e de risco ao usuário, e indicada por tarjas de diferentes cores na embalagem de cada medicamento. São três tipos:
Tarja Preta
São os que apresentam alto risco à saúde e que, portanto, devem ser comercializados de maneira controlada. É o caso dos psicotrópicos, utilizados no tratamento de distúrbios do sistema nervoso central, como os antidepressivos, os antiepilépticos e os antipsicóticos, entre outros. Essas medicações só podem ser vendidas mediante apresentação de receituário, além de uma guia preenchida pelo médico onde ele fornece seus dados e solicita uma autorização ao farmacêutico responsável pelo estabelecimento.
Tarja Vermelha
Os medicamentos de tarja vermelha, por sua vez, são aqueles que apresentam menor periculosidade em relação aos de tarja preta, mas que também necessitam de prescrição médica para justificar seu uso. A diferença é que, nesse caso, a receita não fica retida na farmácia. Ela é devolvida ao paciente. Em geral, esses remédios têm contra-indicações e podem provocar efeitos colaterais graves.
Não Tarjados
São aqueles que podem ser comercializados livremente. São medicamentos de risco bem menor, que apresentam baixos níveis de toxicidade. Para chegar a comprometer a saúde ou a vida do indivíduo, precisariam ser consumidos em quantidades muito grandes.
Fonte: Revista Escola Abril
Sistema Flama de Ensino Formando Profissionais

Nenhum comentário:
Postar um comentário